Mundo velho, novas regras

Antes de começar a escrever sobre este tema, fiz uma retrospetiva acerca da minha vida à pelo menos 15 anos . Tentei refletir sobre alguns aspetos, desde do mais fútil, como o de sair e encontrar-me com um amigo até o  de ter uma conversa rotineira com os meus pais.

E desta reflexão, tirei algumas conclusão como por exemplo, fiquei a saber que os amigos que tenho hoje são na maioria os mesmo que tive a 15 anos atrás, assim como esses momentos de diálogo com os meus pais, continua a existir.

No entanto, diferente do outrora, a forma como encontro com os meus amigos e a maneira como estabeleço esses momentos de conversa com os meus pais é que se alterou. Levando-nos a interrogar se o nosso estilo de vida, é influenciado por elas, ou se a exigência do nosso dia-a-dia é que exige o  desenvolvimento dessas tecnologias.

Como é de conhecimento de todos vivemos numa sociedade de informação e de conhecimento.Vivemos num mundo em que as novas tecnologias tornaram-se omnipresente. As tecnologias mudaram por completo a nossa maneira de relacionar, comunicar, trabalhar, educar, mudaram também a maneira como as pessoas ocupam os seus tempos livres, obrigou os governos e diferentes países a alterarem as suas leis e como também fez surgir novas áreas de conhecimento.

Se ontem criar uma conta no HI5 era uma forma de preencher o meu tempo livre, hoje, ter uma conta no Linkedin, Twitter, Facebook é uma “obrigação” na medida em que é através dessas redes que encontro-me com os meus amigos, mantenho a imprescindível conversa com os meus pais, discuto um trabalho da faculdade e monitorizo o FANPAGE da empresa onde trabalho e que sou responsável pela comunicação.

Para concluir, vou usufruir  de uma citação de dois autores na área de comunicação.

(…) as funções e os processos dominantes na era da informação estão cada vez mais organizados em torno de redes. Redes constituem a nova morfologia social de nossas sociedades. (…) A presença na rede ou a ausência dela e a dinâmica de cada rede em relação às outras são fontes cruciais de dominação e transformação de nossa sociedade: uma sociedade que, portanto, podemos apropriadamente chamar de sociedade em rede, caracterizada pela primazia da morfologia social sobre a ação social. António Carlos F.Nunes e Vanessa R. Macedo.

 

 

 

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