13 Horas

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O livro 13 horas retrata a historia verídica de uma batalha que decorreu em Benghazi, Líbia, entre Forças de Secretas dos  EUA  e grupos de terroristas Islâmicos nos dias 11-12 de Setembro de 2012. Envolvendo questões de política e diplomática dos Estados Unidos de América ainda sobre a administração do Presidente Barack Obama.

Assim como em diversos países considerados críticos em  matéria Segurança, também em Benghazi, Líbia o EUA dispunha de uma base da CIA (Central Intelligency Agency), esta agência oficinal tem como objectivo investigar e fornecer informações de segurança para o governo dos EUA. Um quadro desta agência é considerado de espião, ou seja, que presta serviço de espionagem. Entretanto, na realização dos seus serviços a CIA é protegida  por uma equipa – Operadores-secreta do governo norte americano a GRS  (Global Response Staff), criada depois do ataque do 11 de Setembro, com objetivo de servir de guarda-costas de espiões, diplomatas e outros funcionários norte americano no campo.

Para além do Anexo* da CIA, os EUA tinha igualmente um Complexo Diplomático de Missões Especiais – uma espece de embaixada dos EUA naquela cidade Benina, uma vez que na Líbia os EUA só tinha embaixada em Trípoli ,a cidade capital da Líbia cujo o embaixador era o sr J. Christopher Stevens. Sendo que  os Serviços Diplomático funcionava como um consulado americano naquela cidade.

A guerrilha dá-se aquando da visita do embaixador Stevens aquela cidade da Líbia, a razão da visite devia-se a diversos factores dos quais:  restabelecer contactos, solidificar relações com os funcionários de governo local e com outros diplomatas estrangeiros em Benghazi. Um dia após a sua chegada, ou seja, quando eram 21h:02  do dia 11 de Setembro de 2012, um grupo de terroristas invadem o Complexo Diplomático de Missões Especiais dos Serviços de Estado, com o objectivo de matar o embaixador bem como outros elementos.

A partir daquele instante até a chegada da equipa de  operadores da GRS do Anexo ao Complexo, o resgate do pessoal do Complexo Diplomático, prosseguimento da guerrilha no Anexo, e até chegada das milícia de resgate e transporte dos operadores e outros corpos diplomático até ao aeroporto, muitas coisas se sucederam.

Dentre entre esses acontecimentos : a morte do embaixador Stevens,morte de um dos oficiais de comunicação do complexo diplomático Seam Smith e dois operadores da GRS o Tyrone Woods (Rone) da equipa do anexo e Glen Doherty (Bub) da equipa da GRS da embaixada em Trípoli. Ainda da parte dos operadores da GRS o  ficaram com lesões grávis o David Ubben, agente da segurança Diplomática em Benghazi e Mark Geist (Oz), operador da GRS do Anexo.

Dentre estes acontecimento que constituíram às 13 horas da Batalha de Benghazi, incluem, as discussões que se sucederam antes e depois da batalha. Como por exemplo: as perguntas que ficaram por responder sobre a causa da invasão, se tem a ver com um video denominado de Innocence of Muslim,publicado dias antes no You Tube por cidadão afro-Islâmico, ou se de outra coisa tratasse, se ouvi ou não o envolvimento de al-Qaeda, na origem da invasão, Jogos partidário no Congresso Americano, envolvimento da Secretária do Estado Norte Americano Hillary Clinton mas também do Barack Obama, as discussões em volta da tardia tomada de discussões do Chefe de Equipa de GRS em Benghazi, Pedido de ajudas não aceite por parte de certas entidade e muito mais.

O livro tem o nome de 13 horas devido ao tempo aproximado em que a historia se desenrola. Desde o momento em que os terroristas invadem o edifício (21h:02) até ao momento em que o último avião de resgate levanta o voo do Aeroporto Internacional Benina de Benghazi(10h:30)

A estrutura do livro está dividida em 13 partes, tomando o nome do acontecimento de maior relevância em cada um desses momento, ou mínimo com maior destaque. Mas a maior parte desses momentos da-se em duas grande parte da ação. Durante a guerrilha  no Complexo Diplomático e depois no Anexo, a “base” da CIA.

  •  *Anexo ( O nome que se atribui a base da CIA em Benghazi)

A equipa de segurança no Anexo era constituído por 6 elementos que constituem os actores central da da história. Desses elementos fazem parte: Dave Benton (D.B), MArk Geist (Oz), Kris Paronto (Tanto), Jack Silva John Tiegen (Tig) e Tyrone Woods (Rone), desses só cinco elemento vive.

O autor do livro é Mitchell Zuckoff. É escritor e professor de Jornalismo na Universidade de Boston, escreveu vários livros que se tornaram Bestseller da News York Times um dos quais Frozen in Time.

A minha perspectiva sobre o livro

Gostei imenso do livro. Apesar de ter um um final não muito agradável, pelo facto de ter morrido pessoas. E por se tratar de vida real deixa a história ainda mais triste. Sobre certas situações que decorreram durante o desenrolar da batalha, não gostei particularmente da demora causada pelo chefe de Operadores da GRS do anexo. 

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O Pai Natal Existe?

“Cada idade tem o seu código de maturidade” Virgílio Ferreira (Carta a Sandra)

Para responder o desafio a mim proposto,  de  responder a pergunta de partida, ou seja, se se  podemos ou não acreditar na na existência do Pai Natal, para isso, tecerei a minha minha resposta em duas perspectivas. Usando a citação do Virgílio Ferreira acima escrito, eu diria que o pai natal existe. pai natal 2

Primeiro, se até hoje nas comemorações das festas de natal o Pai Natal, continua a ser um dos elementos activo que “vida”  ao sonhos dos país, da família, da sociedade e sobretudo das crianças e até mesmo de muitas organizações com ou sem fins lucrativos, então é porque ele existe.

Por outro lado, e nesta ordem de ideias, se após dois séculos alguém consegui vivificar uma personagem que a partida todos nós sabemos que não existe é porque alguém teve a capacidade de torna-lo intemporal. E esta capacidade, criatividade para  permanecer as coisas, os conceitos, personagens por séculos de história só pode ser por intermédio da comunicação.

De acordo com o Padre Augusto Magne “comunicar significa participação, troca de informações, tornar comum aos outros ideias, volições e estados d’alma”.

Olha, este é um exemplo claro de que a junção da criatividade e a comunicação é possível criar coisas capas de se partilhado por todos, é possível torna útil, necessário, fazer com que as pessoas dependem delas para o seu dia a dia. Fernando Pessoa,, o escritor português, criou os heterónimos que até hoje está incluído no plano de estudos do ensino da literatura de muitas escolas, possivelmente não só em Portugal como em muitos países.

Como sabemos o Pai Natal é uma personagem  criada pela Coca-Cola em meados do século XX, nas suas acções de comunicação e que se tornou o símbolo da marca.

A comunicação quando é  bem estruturada e direccionada como sabemos, é uma arma poderosa na concretização dos objectivos, quer para pessoas quer para as organizações.

Se quando pequenino acreditei que o Pai Natal pudesse levar-me um presente e que tal não chegou acontecer, hoje, a minha convicção é de que tudo depende unicamente de nós para tornar real.

 

O pai natal existe?

A existência ou não de pai natal é um tema que suscita  muitas duvidas para muitas pessoas. É possível até um certo ponto, comparar este assunto com a duvida que recai sobre muitos ateus a respeito da existência de Deus.

Deixarei o trabalho de desvendar a verdade sobre  há existência de um Pai Natal, ou de um Deus qualquer para  outro artigo. Neste artigo, o objectivo é olhar com outra perspectiva , com os “olhos de ver”, ou seja, concentremos-nos unicamente na verdade subjacente a estas histórias lendárias.

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E a verdade é que nós, os profissionais de relações pública, devemos aproveitar as oportunidades que vão surgindo em nosso favor. Desenvolvendo as nossas acções de comunicação sempre que possível, em volta dos acontecimentos mediáticos  e ou com base  nos valores partilhado por todos.

A campanha da Oreo em relação ao apagão  que decorreu durante o jogo de Super Bowl nos EUA, ainda com impacto em termos de tempo relativamente curto, mas  servi na mesma como um bom exemplo de que é imprescindível estamos atentos face as circunstancia dos nossos tempos e dos nossos dia-a-dia.

As Relações Públicas criam valores para as organizações ao longo do tempo. E este valores que se traduzem muitas das vezes numa boa reputação quer seja da marca ou da imagem corporativa, funciona como o tecido que sustenta os objectivos das organizações, ou seja, que suscita interesse pelo serviço, produto ou a causa defendida pela marca por parte dos steakholder.

Quando  preferimos  comer um cheese burger na Buger King a comer na MacDonald, ou vice versa muitas das vezes, a minha opção pela uma em relação a outra na recai unicamente na qualidade do produto como também pela ideia que que carrego da marca.

Isto remete-nos para a ideia de que, é imprescindível a construção de uma identidade organizacional que vai de acordo com os valores partilhados pelos nosso públicos .Só assim, será possível a construção de uma relação duradoura.

Assim como a White Rock e a Coca-Cola mais concretamente, aproveitaram esta figura lendária, que é o Pai Natal como estratégia da marca tornando-se até hoje o símbolo da marca.

websites e a experiência dos utilizadores

 Uma experiência positiva num website é desejável  porque pode a partida garantir dois comportamentos, como visita mais frequente ao site e continuidade de visitas.  E se tratar de um website destinada a venda de um produto ou serviço, pode  fazer com que estimule mais a intenção de compra.

Antes de começarmos a descortinar sobre alguns aspecto crucial que se devi ter em conta, a quando da  criação de um website, vamos em primeiro lugar saber o que é um website.

Website ou Site é uma página ou agrupamento de páginas relacionadas entre si, acessíveis na Internet através de um determinado endereço. existem vários tipos de sites como, os institucionais, pessoais, comunitários etc, dos quais o seu sucesso ou insucesso dependem da maneira como o mesmo está estruturada. Por de trás de um site está um webdesigner, ou seja, o profissional que concebe o website.

Nesse sentido, necessário se torna salientar alguns factores que têm impacto ao nível do website dos quais:

  • Desing e atmosfera do website;
  • consistência;
  • Interactividade;
  • Usabilidade;
  • Segurança;

Atmosfera  do website  está ligado com uma dimensão estética, tem a ver com o apelo visual do website:

  • Espaço em branco;
  • Forma;
  • Lay out;
  • Simetria;
  • Cor;

Espaço em branco por exemplo, diz respeito ao espaço vazios entre os vários elementos do design.Esses espaço são usados para ajudar a separar ou agrupar elementos. Que quando não é bem utilizado da um mão  aspecto ao site.

Outros dos aspecto considerados importante dentro da atmosfera do website é a questão da cor.Porquê  que a cor é importante? Primeiro, porque nos facilita na leitura, cria pontos focais no website, na medida em que se  pode hierarquizar a informação, usando cores diferente pode até a um certo ponto, possibilitar a distinção entre a informação mais importante das menos importante. É importante salientar de que a cor de que falo é tanto a cor do fundo do website como as outras cores presentes no site.

A navegação tem a ver com a mobilidade dentro do site, posso assim dizer.A navegação devi ser clara e sequencial, sem confundir o utilizador. Devi igualmente dar opção ao utilizador e permitir que os utilizadores situarem-se no website, assim como avançarem e retrocederem quando quiser.

Como já é do conhecimento do leitor, sobre a regra dos 3 cliques do rato, que é uma das maneiras de avaliar a navegação de um website, ou seja, com apenas 3 cliques o utilizador devi chegar a informação que deseja no bom site.

A pesar de em termos de conteúdo estes sites serem ricos, ou seja, dentro de cada categorias, existem informação disponível ao utilizador. Mas em termos de atmosfera, mas concretamente a cor utilizada, o designer, o plano, as imagens  e tipos de imagens e video, no fundo, a  forma como as coisas estão colocadas no site, se quiser o layout do site. Estes dois site que de seguida apresento carecem de melhorias.

Nos dois casos, parece que não foram desenhados para ser usados numa plataforma como dos computadores.

1ª Imagem. – Site do Banco Bic (www.bancobic.pt)

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2ª Imagem. Site da Vimeca-Empresa de transporte público (www.vimeca.pt)

vimeca

 Dentre estas e muitas outras características leva-nos a avaliar positivamente ou negativamente as nossas experiências num determinado site. Como por exemplo,interactividade, ou seja, a possibilidade de o utilizador modificar, introduzir e partilhar informações no site. o browsers utilizado, informações sobre a empresa ou instituição em causa, a possibilidade de fazer download e upload no website.

Nesta ordem de ideias, leva-me a classificar o site da EDP, como um bom site. Uma vez que neste sitio, os utilizadores tem a informação com eficiência e eficácia, sendo que a satisfação ao navegar neste site, é garantido pela disponibilidade de todas essas particularidades atrás abordadas.

3ª Imagem. Site da EDP (www.edp.pt)

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Os websites são um facilitador de informação e permite a proximidade entre o utilizador/cliente e a  organização. Sendo um canal alternativo para algumas empresas na comercialização dos seus serviços ou na disponibilização de informação por parte de uma organização publico-privada ao seus público.

Nesse sentido, o investimento num website devi ser levado em conta pelas organização ou pessoa, que pretenda envolver os seus seguidores.

 

CNAI E A HOSPITALIDADE

Todos nós gostamos de ser bem recebidos em qualquer que seja o lugar onde vamos. Seja ela um café, uma ida ao super mercado, instituições publico-privada, ou até mesmo o café ali do bairro. A verdade é que nem sempre isto acontece.

 Hoje contarei-vos  a minha experiência  da minha ida ao CNAI, na qual desde já classifico com um bom atendimento.

O Centro Nacional de Apoio a Imigrante (CNAI) foi criado em 2004, com a preocupação de responder as necessidade dos cidadão estrangeiros, que escolheram Portugal para viver. Este centro, reuni todos os serviços necessários que os imigrantes necessitam para a sua integração.

O centro localiza-se nos Anjos, na Rua Álvaro Coutinho em Lisboa.Logo a entrada, deparamos com um posto de segurança, e os seguranças que ali trabalham são simpáticos e sempre dispostos  a informar aos utentes sobre quaisquer que seja a informação que tenha conhecimento. Ainda na mesma secção do espaço, existe um mapa, onde consta as informações sobre, os diversos serviço disponibilizados naquela instituição bem como, os pisos onde os mesmo são prestados.

cnai

O centro dispõe de um balcão, onde os utentes, colocam a sua situação ou informação que deseja e consoante as necessidade de cada cidadão/ imigrante, é atribuído uma senha onde contem o número e o serviço a que se destina. É imperativo salientar que o Centro Nacional de Apoio ao Imigrante é constituído por colaboradores de diversos países, o que proporciona um ambiente acolhedor e hospitaleiro, assim como, cria possibilidade de um imigrante ser atendido por cidadão do seu país, o que torna mais fácil a comunicação e com isso deixando o utente mais à vontade para colocar o seu problema.

Outra questão de grande importância, especialmente para os pais que ali se dirigi é a existência de um espaço para crianças, com educadores do CNAI  onde as mesma podem brincar enquanto os pais vão sendo atendidos.

Relativamente a entretenimento é um aspecto a ser melhorado. CNAI, não tem grandes alternativas para utentes, enquanto  aguardam pela  sua vez, e repara que o mesmo centro, recebe por dia, números considerados de visitantes, o que faz falta por exemplo, a internet para utentes que deseja conectar enquanto aguarda pela sua vez.

Falando da internet, CNAI tem uma conta no facebook, apesar de não ser uma pagina oficial. Contando já com uma  comunidade considerável, pese embora, ainda pouco activa.

CNAI é um organismo sobre a tutela do ACM (Alto Comissario para as Migrações)

Circloscope um alinhado na construção de relacionamento

Relações Públicas é uma área que tem como uma das suas principais funções a gestão de relacionamento, quer a nível interno à organização bem como a nível externo.

O surgimento dos social media conduziu a um desafio na gestão de relações entre a organização e o seu público. No entanto, existem algumas ferramentas que nos auxiliam nesse sentido, como é o caso de Google Trends, Googles Adwords,   Follower Work e muitas outras. Cada uma delas com as suas especificidade, consoante a tarefa que estamos a desenvolver, seja a de segmentar conjuntos de Jornalistas ou simplesmente para obter informações sobre uma determinada região.

A Circoscope como muitas dessas ferramentas, também nos ajuda na execução das nossas tarefas do dia-a-dia enquanto profissionais de Relações Públicas, como por exemplo na construção de relacionamentos online com pessoas com interesses na sua organização ou na marca que está por detrás da tua organização.

A circloscope é uma ferramenta que quando usada juntamente com a Google+ permite-nos construir relacionamentos online com pessoas que já estão interessadas na nossa organização. A sua grande vantagem é que ela constrói relacionamento em círculos, começando por pessoas ou grupo de pessoas seguidoras da tua marca permitindo, através destas pessoas ou grupo de pessoas, abrir caminho para outros grupos.

Através de um rastreio nas diversas aplicações do Google+ pode-se descobrir quem são os teus seguidores, com base nos “elogios não-verbais” (+1), tal e qual a um like no Facebook ou favorito no Instagram e também por meios de partilha dos teus post.

De forma mais concreta, fazendo um rastreio na Circloscope ela dá-te uma informação mais ou menos pormenorizada da pessoa que te segue, desde o nome, o local de residência, a empresa onde trabalha e quis dos post tem comentado ou partilhado.

My Canvas PR Model

             Num mundo em constante confronto, torna-se importante implementar estratégias que nos permitem ultrapassar os desafios.  E na definição da estratégia podemos apontar alguns aspecto importantes, como a necessidade de segmentar o mercado, permitindo saber por exemplo, que produto o público procura, como poderei acrescentar valor a um possível produto/serviço já existente.

         No contexto de gestão de relação é importante  questionar acerca do tipo de comunicação que o meu público carece, desenvolvendo assim da melhor forma minha organização. Será que faz falta um investimento no Social Media? Será que abrindo uma conta da Fã Page da minha organização no twitter estarei a resposta a um  público bastante activo? São essas as questões que temos de fazer a nos próprios.

          Como é de conhecimento de todos, o ambiente empresarial é de uma elevada turbulência fruto de elevados números de competidores. Este confronto, leva as empresas que nela actuam a desenvolveram atitudes, princípios, regras, conceitos, pegadas e sobretudo, criarem valores que lhes tornem únicas perante as demais.

         Ora, falar desses conceitos é falar de estratégias, a única ferramenta que dá às empresas a possibilidade de vincar diante da concorrência. Na medida em que não podemos confundir uma táctica com uma estratégia.  “Eficácia operacional, embora necessária para um desempenho superior, não é suficiente, porque as suas técnicas são fáceis de imitar. Em contraste, a essência da estratégia é escolher uma posição única e valiosa enraizada em sistemas de actividades que são muito mais difíceis de igualar” como argumenta Michael Porter.

          Nesta tentativa de encontrar um caminho único que nos distingue dos demais jogadores surge o Business Model Canvas (BMC) ou simplismente Canva, criado pelo Alexander Oesterwalder, tendo como objectivo desenvolver estratégias, que permitem às organizações criar  negócios ou  produtos com valor acrescido em relação às que já existem no mercado. BMC é constituído por 9 importantes blocos que representam os elementos fundamentais que compõem o modelo e que  são passiveis de adaptar em diferentes tipos de negócio. Dentre esses elementos, como proposta de valor, segmentos de cliente, principais actividades  e entre outros como na imagem apresenta.

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